1º dia do “Arraiá do Arrasta Pé” faltou público, mas sobrou talento dos artistas de Jaguarari

O tão comentado “Arraiá do Arrasta Pé”, criticado por muitos, elogiado por alguns e ignorado por outros tantos, foi no seu primeiro dia, uma festa que teve de tudo um “tiquinho”. O “camarote do prefeito”, espaço tão criticado pela população nas gestões de Antônio Nascimento (PT), não recebeu “as visitas” esperadas, serviu apenas de mais um “enfeite” em meio a tantos outros sem expressão, sem graça e sem contexto. O público? Ah o público, este compareceu, em uma quantidade, digamos assim, básica, nada além do esperado. O povão, sabe aquele povão que lota a frente do palco? Este não compareceu, pois não havia no palco os seus ídolos musicais, apesar da boa qualidade das apresentações, fora que, aquele povão é aquele mesmo que, em sua maioria, trabalha em regime de contrato, que em anos anteriores recebia em torno de 40 a 50% do salário, mas neste ano não recebeu e o reflexo não poderia ser outro. A ornamentação da cidade, como um todo, foi vista, notada? O prefeito atual, compareceu, se dirigiu aos poucos foliões presentes, mostrou uma boa simpatia, que de certo modo foi recíproca, mas... onde ficaram seus secretários (salvo um ou outro presente), seus “comissionados”, seguidores? Foram algumas das perguntas que ouvimos dos presentes.
Agora o talento dos artistas locais que se apresentaram, a exemplo de Vitor & Lucas e a banda Forró Xaveco, sem esquecer o talentoso Cris Azevedo, fizeram a diferença e esbanjaram qualidade, e isso não pode ser esquecido e abafado em meio as críticas, pois este mérito é sim, da gestão. Mas não se faz um evento do porte do São João de Jaguarari, apenas com a prata casa, os foliões e turistas esperam algo mais, e, se citarmos os barraqueiros que dependem de público...
Definitivamente, o “Arraiá do Arrasta Pé”, não possui cacife algum, para ser comparado com nenhum outro, este será único e exclusivo, onde se priorizou a economia (extrema), as recomendações do MP e o “gosto” musical de um grupo restrito de pessoas, destas, “organizadoras”, que se quer apareceram para “prestigiar” o espetáculo.