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Saúde em Senhor do Bonfim pública e privada na UTI

 
Em Senhor do Bonfim, com raríssima exceção, está muito longe de paciente ser tratado como cliente, somos tratados como coisas qualquer, menos alguém que necessita de respeito e dignidade.

Nesta quinta-feira, dia 21, presenciamos cenas lamentáveis e preocupante, o hospital particular da cidade há muito tempo, apresenta fragilidade no atendimento da emergência, parece mais um consultório médico 24 horas, onde pessoas chegam passado mal e ficam horas e horas de espera, depois tem que ir para o Regional para ser atendidos pelo SUS, mesmo pagando caro aos planos de saúde ou consultas particular, que não são baratas.

Nesta quinta-feira, por exemplo teve pessoas, que chegaram pela manhã, sentindo-se mal e entraram pela noite reclamando do atendimento ruim e sem estrutura da chamada emergência, se é que assim podemos tratar.

No Hospital Público, sempre bom o primeiro atendimento de recepção e técnicos de enfermagem, na noite desta quinta-feira, dia 21, por volta das 21 horas, alguns pacientes, tiveram que esbarra no plantão de um médico ,que talvez não estivesse no seu melhor dia, identificado por DR. REMY LARA ARDAYA,que atendeu alguns em  tom de grosseria e  falta de educação domestica.

Uma jovem, que passou mal durante o dia e não tinha conseguido dormir, chegando a perder o trabalho, pediu a referido médico um atestado para quinta e para sexta. Em tom grosseiro respondeu “amanhã venha cedo e peça ao médico de plantão”, sem conhecimento talvez das normas daquela casa de saúde, a jovem perguntou, por que o senhor não pode me dar o atestado? em tom grosseiro o médico respondeu “Vou estar de plantão manhã?”.

A sair do consultório o pai da moça, criticou, ao médico dizendo: “O senhor atende muito mal é muito grosso com os pacientes”. O médico deixou o consultório, acompanhou o pai e paciente até o corredor do hospital, de forma intimidativa pediu que fosse repetida a crítica, o que naturalmente ouviu novamente por parte do pai da jovem e da própria Jovem, depois, pediu que o policiamento, fosse solicitado talvez, para intimidar ao pai e a jovem a retirar a crítica feita, ao seu mal atendimento. Lamentável ocupar uma viatura da PM em assunto tão fútil.

No segundo caso a esposa de um paciente, que estava com problema renal, foi avisar ao médico que seu esposa já estava sem o medicamento há quase uma hora, pois tinha terminado, de forma grosseira o médico teria respondido” A senhora não está vendo que estou atendendo? Se aquela casa de saúde não tem estrutura, todos sabemos, mais não pode perder os bons relacionamentos entre profissionais e o cidadão e que na hora de contratação, tem que analisar o perfil de cada profissional, para que o povo não seja desrespeitado, como se a saúde pública fosse de graça.A  critica ao profissional, RAMY LARA ARDAYA ,refere-se ao tom de voz grosseiro e desrespeitoso para com os pacientes, que merecem respeito.

Por: Cleber Vieira
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