ANUNCIE AQUI!
/ / Jaguarari-Ba: Prefeitura vence descaso e dá uma verdadeira Casa de Acolhimento as crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social

Jaguarari-Ba: Prefeitura vence descaso e dá uma verdadeira Casa de Acolhimento as crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social

A Casa de Acolhimento Institucional de Jaguarari, que acolhe crianças e adolescentes de 0 a 17 anos em situação de vulnerabilidade e/ou de laços familiares rompidos, passou por uma grande mudança nesta gestão!
As crianças e adolescentes que passam por negligência, maus tratos, abandono, abuso sexual, exploração de trabalho infantil, ou qualquer outra violação de direito previsto na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente são encaminhadas à Casa de Acolhimento.
O que ocorria, porém, é que a Casa de Acolhimento não possuía estrutura adequada para oferecer a essas crianças e adolescentes o mais próximo de um lar. A situação era lamentável. Faltava privacidade, pois os quartos não tinham portas, os móveis eram velhos, desgastados e não era suficiente para todos os que ali moravam. O espaço de convívio comum entre meninos e meninos era apertado, dificultando a realização de atividades diversas, e os banheiros tinham problemas estruturais na rede de esgoto, o que causava um mau cheiro persistente.
Em apenas sete meses de gestão, o governo Uma Cidade para Todos deu uma cara nova à Casa de Acolhimento. Hoje a localização da casa é central e de fácil acesso. Possui vários quartos todos com portas, os móveis são novos, já que quase nada pôde ser reaproveitado da antiga casa. A interação social entre os moradores e a realização de atividades foi facilitada pelo espaço amplo, confortável e organizado.
A Casa de Acolhimento é adaptada para 20 crianças e é voltada para ser um lar temporário enquanto a equipe tenta inseri-las novamente no seio familiar. São vários funcionários, sendo quatro cuidadoras, que desempenham um papel próximo ao de uma mãe, duas serventes, duas cozinheiras, uma coordenadora e guardas que trabalham em regime de plantão. Os moradores fazem seis refeições por dia acompanhados por nutricionista. A equipe técnica é composta por assistente social, psicóloga e agora também, por advogada do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (CREAS).
É importante salientar que todo este acompanhamento é primordial para garantir às crianças e adolescentes uma vida dentro da normalidade, enquanto a família também passa por acompanhamento, até que esteja pronta para receber o menor novamente. Caso seja atestado que o familiar em questão não possui realmente condições de cuidar da criança, é feito um estudo junto a outros familiares para recebê-la.
De acordo com a coordenadora, Valdineia Moura, as crianças que passam pelo lar temporário não são menores infratores, como muitos da sociedade imaginam. ”As crianças são vitimas, e nós procuramos conceder a elas uma conjunção familiar e uma rotina como de qualquer criança e adolescente. Eles frequentam igrejas, vão à escola e tem momentos de lazer, como idas a parques, pizzarias e cinema em Petrolina”, destaca.
Mantida com recursos próprios do município e em parceria com a Organização Não Governamental APAC, o órgão está ainda aberto a doações de qualquer pessoa ou empresa que se interesse em auxiliar a Casa de Acolhimento.
O trabalho desenvolvido vai além do técnico. É impossível não se envolver pessoalmente com as histórias das crianças, demonstrando que um trabalho deste vai além do teórico ou do material. É importante acima de tudo, ser humano, e essa é uma das prioridades deste governo.
Prefeitura de Jaguarari, uma cidade para todos.

Google Plus

Jaguarari Online

    Faça seu Comentário
    Comente com o Facebook

0 comentários: